Alcançando a consciência quântica e a consciência do Graal com o Reiki Integral e Shamballa Multidimensional Healing

Alcançando a consciência quântica e a consciência do Graal 



Ao longo de nossa história  avançamos no desenvolvimento  da consciência de que o Universo e o ser humano são Um, estão integrados pela mesma força criativa e que por isso detêm um grande poder de cura, correção,  criação e transformação. Essa realidade está evidente nas marcas  e nas memórias encontradas no passado, seja em pergaminhos, livros sagrados,  pinturas rupestres, símbolos e códigos secretos. Toda tradição religiosa ou filosófica é condutora  de conhecimentos sobre leis, propriedades, técnicas de modulação, transmissão e absorção de uma energia que anima todo o universo, que foi capaz de cria-lo, imprimir um design e estabelecer um Plano. Essa energia emana de uma Fonte que a partir de um sistema de forças inteligentes e integradas, a distribui por todo universo. Nós, a humanidade, somos os receptores finais desta emanação criativa e Divina, inconscientes mas não menos importantes.    A cada etapa evolutiva nossa consciência é ativada a partir de um novo conhecimento. Este processo  conduz à abertura de um dos diversos "selos" ou véus que encobrem a realidade multidimensional na qual transitamos, sem nos dar conta,  e disponibiliza informações e chaves que permitem acessar a Fonte Criadora.  A conexão com a Fonte é refinada em cada uma dessas vivências iniciáticas e cada vez mais conseguimos decodificar os códigos da Luz Divina, retomar a herança da criação e atingir a consciência Cósmica.

A humanidade é uma experiência ainda em ação do Criador de todas as coisas, o Deus Pai/Mãe. A Luz que emana do Criador é de natureza contínua , tripartida em Poder, Amor e Sabedoria. Nós, somos os vasos receptores dessa Luz e só nos falta tomar consciência ativa dessa herança divina.  A humanidade é um corpo coletivo que cometeu muitos erros, é o próprio Graal perdido que se fechou para luz. Essa incompreensão e afastamento da natureza divina resultaram na deterioração do código genético, a nível biológico e do código da alma, a nível do espírito. O DNA é hoje um código corrompido que precisa de correção.  Estamos presos ao nível carbônico herdado do "pó da terra". Quando corrigirmos os padrões originais desse código acionaremos também nossas conexões cósmicas, multidimensionais. No carbono despertaremos o cristal e em seguida o diamante até a plenitude da Luz. Então avançaremos  à dimensão do "Homus Universus", habitante das galáxias, navegador de mundos. Esse é, enfim, o plano revelado em velhas e novas profecias.

Como seres  em exílio seguimos gerando males de todos os tipos: físicos, materiais, psíquicos, sociais, ambientais e humanitários. Por outro lado, existe o Plano de evolução que nos inclui  a todos.  Evoluímos, por bem ou por mal, seguimos sempre, seja de pé como um ser integral ou arrastados como poeira ao vento.  Nesse caminhar, a ausência da Fonte se torna cada vez mais presente, lançando-nos numa roda de arrependimento, tristeza e dor.  Acabamos por perceber  que a plenitude que buscamos  só será alcançada na aventura do retorno à Fonte Divina. Na compreensão da unidade com Deus, os outros seres e o universo. Somente Deus, o princípio criador, pode preencher o vazio que sentimos na alma e tirar-nos no exílio.

A aventura do retorno à Fonte, a reintegração às condições originais e ao padrão do Criador é um caminho  de cura e transmutação que podemos percorrer de forma mais fácil  em conexão com forças, energias, técnicas e saberes que residem no Universo e em cada ser humano, desde sua criação. Ninguém é dono desse saber, ele é cósmico. O mundo das ideias, conforme dizia Platão, está disponível a todos. Quando uma "ideia" é enviada ao plano da humanidade, é comum que venha em forma de símbolos, mais comum ainda que várias pessoas a recebam ao mesmo tempo e que as interprete de acordo com a própria cultura, sistema simbólico e de crenças. Em geral, é assim que as revelações nos chegam, com suas assinaturas e energias peculiares.

Sábios e alquimistas do passado dedicavam suas vidas à identificação do elemento básico que dá origem à vida e a tudo o que existe. Aquele, cujo domínio permitiria curar todas as doenças e transformar o “vil metal em ouro”. Esse processo alquímico, embora tenha tido consequências materiais que formaram as bases para as ciências da natureza era, acima de tudo, uma alegoria sobre a possibilidade de transmutação da alma na direção de seu projeto original, de acordo com “a norma do Criador.” Muitos procuraram esse princípio vital entre os quatro elementos alquímicos: o fogo, a terra, a água e o ar. Os constantes fracassos os levaram a crer na existência de um quinto elemento, algo tão poderoso e sutil que perpassava a estrutura dos outros quatro, sem ser percebido, mas, capaz de tonalizar ou qualificar a ação de cada um deles, a um nível superior ou às "oitavas superiores".

Esse “quinto elemento” ou “quintessência”, capaz de requalificar tanto a matéria como o espírito, recebeu muitos nomes ao longo do tempo: Og, Éter, Ki, Energia VRIL, luz astral etc. Por tratar-se de um poder muito grande, a existência dessa energia foi velada para a maioria dos seres humanos. Somente iniciados, grandes sacerdotes e magos detinham esse conhecimento e o passavam apenas a alguns discípulos escolhidos que tivessem demonstrado qualidades necessárias para recebe-lo. No entanto, assim como as raízes da humanidade ainda não foram totalmente reveladas, também o uso dessa energia tem sido revelado em graus, porque seu domínio total ainda não é possível à nossa raça, pelo menos até o final desta era. Sabe-se que erros tremendos foram cometidos no passado. Erros que custaram vidas, civilizações e até de um planeta inteiro. O Continente de Atlântida, por exemplo,  foi varrido do mapa assim como as cidades Sodoma e Gomorra. O planeta Malbek, gêmeo da Terra transformado hoje num cinturão de asteróides, foi vitima da ganância de seus governantes que aproveitaram o momento da instalação das pirâmides do Egito para reverter o fluxo de energia VRIL, sugando-a para seu planeta. O resultado foi a formação de um vórtice de energia tão poderoso que destruiu Malbek. Desde então, os Senhores Ascensionados, regentes dos sistemas estelares e dos grandes conselhos , decidiram manter a existência dessa força em segredo. Selaram alguns vórtices de energia do planeta terra, fechando embocaduras e portais, implantando artefatos de proteção tais como as pirâmides, os círculos de pedra, estruturas cristalinas e outros.

Muitos também são os artefatos do passado canalizadores dessa energia. Um deles e talvez o mais famoso, é a Arca da Aliança, dispositivo que, entre outras coisas, guardava as tábuas da Lei lavradas por Moisés, no Monte Sinai. Moisés recebeu as orientações para sua construção diretamente de Jeová. A Arca era um artefato extremamente complexo. De acordo com as pesquisas realizadas por René Guénon, a manipulação da Arca só era permitida a Moisés e àqueles a quem ele havia iniciado. Qualquer outra pessoa estava proibida de tocá-la. No Livro de Moises, no primeiro Testamento, há a narrativa de que durante uma das expedições do povo de Israel pelo deserto Nadabe e Abiu, filhos de Aarão, seguiam ao lado do veículo que transportava a arca quando este tombou. Aflitos por impedir que a arca caísse no chão os rapazes correram a segurá-la. Imediatamente, segundo as escrituras, foram “fulminados” por Deus diante aos olhos de todos. Mais do que um “castigo” pela desobediência as ordens divinas, tratou-se, obviamente da manipulação indevida de um artefato carregado com uma energia altamente poderosa e perigosa.

Ao longo das histórias, narrativas e lendas que nos chegam desde a antiguidade terrena, temos notícias de outros artefatos de manipulação energética usados por magos, feiticeiros, sacerdotes, construtores de catedrais, domos e cidades, reis e cavaleiros consagrados. Igrejas, templos, lanças, escudos, espadas, bastão, taça, vara, varinha, vassoura, pedras de poder, palavras de poder, símbolos, gestos, contas, cetros, anéis, talismãs e até elixires são alguns dos artefatos que nas mãos dos conhecedores transformavam-se em fontes de poder, cura, criação e destruição. Por meio do pressuposto "Deus geometriza" disseminado por Platão, a humanidade recebeu códigos da criação Divina em forma de figuras geométricas, identificadas desde a antiguidade nas construções e artefatos sagrados. Lembro de uma aula que tive na Escola de Comunicação da UFRJ no inicio dos anos 80, na qual o professor de Epistemologia da Comunicação nos dizia que se há uma forma de nos comunicarmos universalmente, inclusive com outras dimensões ou planetas, essa seria em linguagem matemática. Desde então busco a compreensão destes símbolos, buscando o sagrado em cada manifestação. A geometria sagrada é hoje um legado da humanidade. E quem a conhece e reconhece pode usá-la em cooperação criativa para a construção do novo mundo, no qual todas as dimensões estarão disponíveis.

Mas porque tal conhecimento assim como a utilização de artefatos só funcionam  nas mãos dos conhecedores? Conhecedores do que? Nossa resposta a essas questões é bem simples: o  conhecimento necessário para a manipulação dessa energia e dos artefatos programados para tal, está revelado a milhares de anos e foi inscrito no Templo de Delphos, na Grécia Antiga – “Conhece-te a ti mesmo”. Conhecer a si mesmo e desenvolver todas as potencialidades de seu corpo físico, enérgico e psíquico, fará do ser humano o próprio artefato canalizador da luz divina, podendo realizar todos os milagres possíveis. Conforme me foi revelado, durante uma iniciação reikiana, o domínio e o conhecimento sobre si mesmo fará de nós o “bastão da Vontade Divina”, uma expressão tão perfeita de equilíbrio, que não haverá mais distância entre Criador e Criatura. Quando isso ocorrer não haverá necessidade de nenhum outro artefato. No entanto, este é ainda um longo caminho.

Shamballa Multidimensional  Healing  é uma das possíveis trilhas para a compreensão dessa fonte de poder em cada um de nós. Sua origem tem fundamento na crença da existência de um Centro Sagrado sempre presente desde os primórdios da criação da humanidade. Um local sagrado, oculto na multidimensionalidade da realidade quântica é a origem e o depositário de todo este conhecimento.  No Budismo Tibetano recebe o nome de Shamballa, o "centro onde a vontade de Deus é conhecida" conforme o revela o Mestre Tibetano DK por intermédio de Alice Bailey.  Mas também conhecido como Agartha, Ilha Branca, Tule, Édem ou Nova Jerusalém.  É deste centro que recebemos as informações necessárias à ascensão individual,  coletiva e planetária em cada época histórica. Informações que vêm se refinando a cada resposta evolutiva da humanidade. Nossos corpos energéticos do físico aos mais sutis se ajustam a essas informações, podendo fazer uso de técnicas, algumas bem antigas, mas que parecem modernas, porque só agora podem ser compreendidas e aplicadas. Shamballa Multidimensional Healing, ou a cura pelo método Shamballa, avança na dinâmica simbólica e multidimensional introduzida por Mikao Usui ao decodificar o  Reiki. Trabalha com a perspectiva de revelação de 352 símbolos, nos quais se incluem os  cinco símbolos tradicionais do Reiki e muitos outros canalizados nas diversas escolas, desde Pitágoras e Platão com as bases da geometria sagrada. Esses símbolos são ferramentas ou filtros que têm a finalidade de qualificar a energia ancestral e poderosa, que cada vez mais revela-se a todos os buscadores.  São importantes veículos energéticos de informação, implantados ou introjetados por "imprinting" no campo energético do operador, durante o processo de sintonização. Passam assim a fazer parte de sua consciência intuitiva  e é desta forma que são utilizados durante a aplicação do  Reiki, da apometria quântica, radiônica, Shamballa Healing ,  Cura Quântica e outros.  A diferença entre essas práticas reside na metodologia que cada um utiliza para  aplicação da mesma energia.

Por fim, ao tornar-se consciente de sua unidade com o Criador e com o Plano, cada operador será capaz de canalizar ou mesmo criar seus próprios símbolos, desenvolver suas técnicas e também artefatos. Esse é o processo de correção que  vem se refinando desde a antiguidade. Desde o primeiro olhar de cuidado com o próximo, desde a primeira imposição de mãos humanas, em associação com a Vontade Divina, com a finalidade de curar, corrigir,  reconduzir a consciência ao estado de equilíbrio, à conexão com a Luz e a Paz Profunda!

Adohra Akya ( Renata B R Barreto ) - Doutora em Educação (UFRJ)  Psicoterapeuta Holística, Master Shamballa Healing, Mestre ReiKi Usui, praticante do Reiki Integral , astrologia e "Alquimia das Formas e Cores."

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