Tempo de reconexão

Tempo de ReconexãoMensagens da Clareira9/05/2018




A visão começou com um grupo de pessoas, a maioria homens, chegando a um local, provavelmente para uma reunião. Estavam sérios, preocupados, alguns pareciam conter a ira a certo custo e outros demonstravam um temor silencioso revelado apenas no olhar. Mesmo com suas roupas imponentes e a postura orgulhosa, tiveram que abandonar seus veículos e seguir à pé. A certo ponto do caminho surgiu um campo de tulipas de um violeta intenso, do qual  emanava uma aura de tons violetas mais leves envolvendo a todos. Á medida que o grupo caminhava, alguns chutavam as flores arrancando-as do solo como se  fossem um empecilho à sua passagem. No entanto, elas voltavam a crescer logo em seguida e continuavam a emanar a cor violeta, mostrando que esse processo continuava, independente de alguém quere-lo ou não. Além da cor que ia envolvendo a aura  escurecida e perturbada do grupo, também um aroma levemente adocicado começou a se destacar junto a uma música suave. As fisionomias continuavam fechadas, a preocupação não se desfez de todo mas já havia menos ira, menos medo e menos orgulho. Observando, a partir do plano  espiritual, a cena que se passava no plano das emoções daquele grupo que entendemos ser representativo de uma grande parcela da humanidade atual, vimos que uma chuva de bençãos é continuamente derramada em direção à humanidade desde os planos superiores. Mandalas de luz, símbolos e outras formas coloridas nos são enderaçadas para resignificar  velhos padrões, redesenhar  novos sentidos e valores. A chama violeta veio a frente para desintoxicar o campo energético dos padrões viciados e frequências negativadas que nos envolve e envenena, impedindo a conexão com as mensagens que a força criativa do Universo nos envia. Essa conexão ou religação só não se completa porque a maior parte de nós segue acreditando nas tramas de Maia. Segue reproduzindo e acreditando nos padrões da Matrix dominadora, que uma parte de nós teceu desde a "queda" à milhares de anos. Essa parte, enganadora, enganada, usurpadora, alienada, diz respeito a todos nós. Todos, sem excessão, contruimos a realidade material que temos hoje. Mas nossa parte já desperta, observa, conhece o processo e indaga: Como podemos ajudar? Então nos foi dito:


Não é preciso sair de vosso secreto interno para fazer o bem. Podeis acolher no coração os aflitos da "sétima hora". Dá-lhes a palavra do conhecimento, a alegria de viver e o consolo de um coração compassivo. Tudo pode ser conduzido em poucas palavras e até no silêncio. Há muito inconformismo em relação às perdas e mudanças.  As mudanças na direção da luz parecem grandes ameaças para a maior parte de vós. As mudanças nos costumes e na forma de viver parecem mais ameaçadores que doenças, violência e catástrofes naturais. Essas já fazem parte do cotidiano, já foram absorvidas como normais. Já a mudança nos costumes, crenças e modo de viver provoca medo e faz com que as pessoas busquem saída naquilo que conhecem, especialmente no dinheiro, no status, no poder e no controle. A visão do campo das tulipas violetas emanando sua luz em torno dos caminhantes sisudos, demonstra que a energia do amor e da compaixão já está envolvendo a todos, mesmo sobre os que ainda não se deram conta, ou se deram conta, mas não querem. Esta energia transmutadora está em ação e todos serão reconduzidos por ela, cedo ou tarde, ao processo de reconexão. Neste processo, a energia Kundalini, fruto de vossas raízes em Gaia, também deve ser usada. É uma força poderosa de conexão entre a terra e o céu. Não demore a usá-la, não a aprisione. Não há mais como corrompê-la. Libera-a  imediatamente ao cósmico para proceder à aliança, ao casamento místico com sua própria alma. O momento é de integrar todas as forças  criativas no trabalho de reconexão com o Todo. Acolher as dúvidas e os temores com compaixão, solidariedade e compreensão. Confie no trabalho da Chama Violeta que é contínuo, permanente e está em ação a tempo suficiente para preparar o caminho das mudanças. O processo de aceitação também está mais próximo e logo haverá a necessidade coletiva de se buscar novas formas de pensar, agir, produzir e conviver, não só entre si como com toda a complexa rede que sustenta a vida e a inteligência do Cósmico.


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